domingo, 29 de maio de 2011

Enquanto o tempo acelera e pede pressa...

.
.

.
.

O que fazemos do nosso tempo? Será que o utilizamos como deveríamos? Estes questionamentos nortearam a aula que vou comentar agora.

Parece uma atividade muito simples. Lápis, papel e a missão de desenhar relógios, contendo nosso dia-a-dia durante a semana e final de semana. Mas na hora de colocar no papel nossa rotina, a dificuldade é gritante, e um relógio é pouco pro tanto a fazer:

Segunda à Sexta-Feira, manhã e parte da tarde.

Segunda à Sexta-Feira, tarde e noite.





Fim de semana, a paz.


Após a atividade dos relógios, só pude lamentar a maneira como utilizo meu tempo. Vivo atrasado e apressado, contando minutos todo tempo. O exercício proposto em sala me pôs de frente com um defeito que insisto em negligenciar.

Desperdiço tempo precioso sendo ocioso.

Enfim, fiquem com a música que dá nome a este post. Vai que ela ensina a aproveitar melhor meu tempo...


Paciência - Lenine


.
.

Avaliação de atividades:

1- Título: Relógio

2- Materiais: Lápis e papel
     Equipamentos: Carteira escolar

3- Análise do material:
    a) Peso: Ambos leve
    b) Dimensão: Ambos pequenos
    c) Mobilidade: Ambos portáteis
    d) Qualidade física:
        Textura: Ambos finos
        Resistência: Médio, fraco
        Cheiro: Ambos fracos
     e) Custo: Ambos baixo
     f) Possibilidade de:
        Adaptação: Ambos sim
        Reaproveitamento: Possível, não possível

4- Análise do equipamento:
    a) Peso: Médio
    b) Dimensão: Grande
    c) Mobilidade: Portátil
    d) Custo: Médio

5- Procedimento:
    a) Tempo de execução: 3 horas
    b) Espaço requerido: Pequeno
    c) Etapas: 2
    d) Descrição das etapas:
        1ª etapa: Desenho de 2 relógios com atividades diárias e de final de semana.
        2ª etapa: Apresentação da turma

A- Físicos:
    a) Amplitude: Pequena
    b) Força: Pouca
    c) Distribuição dos movimentos: Unilateral e bilateral
    d) Dominância: Lateral, superior
    e) Postura: Variável

B- Psicofísicos:
    a) Coordenação motora: Fina
    b) Tátil:
       Temperatura do material: Ambos normais
       Textura do material: Ambos lisos
    c) Olfativo: Sim
    d) Gustativo: Não
    e) Auditivo: Sim
    f) Visual:
       Figura-fundo: Sim

C- Psíquicos:
    a) Atenção e concentração: Regular
    b) Interesse: Intríseco
    c) Raciocínio: Lógico
    d) Memóra: Imediata
    e) Imaginação: Pouca
    f) Flexibilidade: Pouca
    g) Iniciativa: Pouca

D- Sociais
    a) Relacionamento: Grupal

Por trás da máscara

.
.

É possível mostrar-se para o mundo sem nenhuma máscara?

.
.

Dividida em duas aulas, fizemos a atividade das máscaras de gesso.
Na primeira aula, a confecção. Formadas as duplas o trabalho pode começar: vaselina para proteger o rosto; várias camadas de gaze engessada com água dão forma a máscara. É preciso confiar no parceiro(a) que "constrói" a máscara no seu rosto, pois o trabalho é delicado e pode desandar em segundos.


BU!

Na segunda aula, a pintura das máscaras: do lado de fora, pintamos como imaginamos que as pessoas nos veem (o que mostramos ao mundo). Por dentro, como nos enxergamos (e quase não expômos a ninguém). Após essa reflexão durante a pintura, ocorreu uma dinâmica entre a turma.


Todos escolhendo suas máscaras preferidas, e conversando sobre o exterior e interior das máscaras. Assim, trocamos segredos, nos emocionamos juntos, nos aproximamos. Todos deixaram algumas máscaras "caírem", aquelas que usamos para viver e sobreviver.

Todos os dias, conscientemente, vestimos nossas roupas para escondermos nossas vergonhas; inconscientemente, vestimos nossas máscaras para escondermos o que nos envergonha em nós mesmos.

E seguimos assim, sempre encobrindo algo, de alguém ou de nós mesmos: quando detestamos a roupa de um colega de trabalho (que acabou de perguntar "Como estou?"); um mau humor matinal que se extende ao longo do dia; uma paixão velada; um vício que não dividimos; quando fingimos gostar daquela tia chata.

Concordam ou não?

.
.


Análise de atividades:

1- Título: Máscaras de gesso

2- Materiais: Água, vaselina, gaze gessada, algodão (parte I); Tinta e pincel (parte II); Tecido TNT, linha e agulha, máscaras de gesso, linhas coloridas (parte III)
    Equipamentos: Carteira

3- Análise do material :
    a) Peso: Leve e médio
    b) Dimensão: Pequeno e grande
    c) Mobilidade: Portátil
    d) Qualidade física:
         Textura: Grossa e fina
         Resistência: Média
         Cheiro: Médio
    e) Custo: Médio
    f) Possibilidade de:
       Adaptação: Sim
       Reaproveitamento: Possível

4- Análise do equipamento :
     a) Peso: Médio
     b) Dimensão: Grande
     c) Mobilidade: Portátil
     d) Custo: Médio

5- Procedimento:
    a) Tempo de execução: Aprox. 360 min. no total
    b) Espaço requerido: Grande
    c) Etapas: 5 etapas
    d) Descrição das etapas: Cortar a gaze em tiras, passar vaselina no rosto do colega, Molhar e moldar a gaze, Esperar o gesso secar, Retirar a máscara. (parte I); Pintar a máscara (parte II);  Costurar os TNT's, prender as máscaras no tecido (parte III).

A- Físicos :
     a) Amplitude: Média
     b) Força: Pouca
     c) Distribuição dos movimentos: Bilateral
     d) Dominância: Superior e inferior
     e) Postura: Variável

B- Psicofísicos :
     a) Coordenação motora: Grossa
     b) Tátil :
         Temperatura do material: Gelado e normal
         Textura do material: Lisa
     c) Olfativo: Não
     d) Gustativo: Não
     e) Auditivo: Não
     f) Visual:
         Figura-fundo: Sim

C- Psíquicos:
     a) Atenção e concentração: Muita
     b) Interesse: Intrínseco e extrínseco
     c) Raciocínio: Lógico
     d) Memória: Imediata
     e) Imaginação: Muita
     f) Flexibilidade: Normal
     g) Iniciativa: Muita

D- Sociais:
     a) Relacionamento: Grupal

sábado, 28 de maio de 2011

Saúde mental e luta antimanicomial

"Para aqueles dias em que nos sentimos perdedores"
Chegamos à nossa terceira aula de Laboratório A, e fomos apresentados a história de Claudinho, cidadão de Arambaré - RS.
Sofria mentalmente, chegou a sair da cidade em uma camisa de força, por ser considerado agressivo, mas retornou convidado pela prefeitura para pintar suas criações num muro central.


Esta mudança em seu quadro só foi possível através do tratamento moral, que é fundado na crença de que os chamados "loucos" não devem ser tratados como animais, sendo possível introduzir mudanças significativas no comportamento dos doentes por meio de atitudes humanas mais firmes, que estimulem a criatividade e a socialização do paciente.

Na pintura e no bordado, Claudinho encontrou sua arte, reverteu seu quadro e teve seu reconhecimento:







Fazendo fanzine

.
.

LINDOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!
.
.

Loucuras de fã. Você já dever ter feito alguma. Gritar feito louco num show da sua banda favorita, se vestir como seu super-herói favorito. Com certeza você um amigo já fez parte de algum fã-clube de Sandy & Junior.
Alguns fãs levam a coisa à sério demais, querem se aprofundar no assunto cada vez mais, e dessa admiração profunda nasceram os fanzines (fanatic magazine).

Uma publicação despretensiosa, geralmente de baixo custo e geralmente, sem intenção de lucro. Pode tratar de qualquer assunto, desde ficção científica até poesia. É cultura independente e livre.

Em uma de nossas aulas, entramos nesse mundo dos fánaticos, e entre recortes de revistas e muita criatividade, tentamos definir o que nosso curso significa para nossa turma.

Ao trabalho!


Cada grupo fez uma página, todos com um objetivo em comum. Essa interação facilitou muito o trabalho.
O fanzine ficou bem bacana. É uma mídia relativamente simples de se fazer, mas que cumpre muito bem o seu trabalho de divulgar uma ideia.




Agora podemos dizer que somos fanáticos pela Terapia Ocupacional.

E para conhecer mais sobre fanzines: Ligazine

.
.

Análise de atividades:

1- Título: Fanzine

2- Materiais: Revistas, papel A4, cola, tesoura
    Equipamentos: Carteira escolar

3- Análise do material:
    a) Peso: Todos leve
    b) Dimensão: Todos pequenos
    c) Mobilidade: Todos portáteis
    d) Qualidade física:
        Textura: Fina, fino, fino, fino (respectivamente)
        Resistência: Frágel, frágel, média, forte
        Cheiro: Fraco, fraco, média, fraco
    e) Custo: Todos baixo
    f) Possibilidades de:
        Adaptação: Todos sim
        Reaproveitamento: Possível, não possível, possível, possível

4- Análise do equipamento:
    a) Peso: Médio
    b) Dimensão: Grande
    c) Mobilidade: Portátel
    d) Custo: Médio

5- Procedimento
     a) Tempo de execução: 3 horas
     b) Espaço requerido: Médio
     c) Etapas: 3
     d) Descrição das etapas:
         1ª etapa: Recorte de figuras que foram coladas montando um poema-imagem sobre atuações da T.O;
         2ª etapa: Escolha de uma palavra;
         3ª etapa: Criação de frase, incluindo a palavra escolhida anteriormente.

A- Físicos
     a) Amplitude: Pequena
     b) Força: Pouca
     c) Distribuição dos movimentos: Unilateral e bilateral
     d) Dominância: Lateral e superior
     e) Postura: Variável

B- Psicofísicos
     a) Coordenação motora: Fina
     b) Tátil:
         Temperatura do material: Todos normais
         Textura do material: Todos lisos
     c) Olfativo: Não
     d) Gustativo: Não
     e) Auditivo: Sim
     f) Visual:
         Figura-fundo: Sim

C- Psíquicos
     a) Atenção e concentração: Regular
     b) Interesse: Extrínsico
     c) Raciocínio: Lógico e abstrato
     d) Memória: Imediata
     e) Imaginação: Muita
     f) Flexibilidade: Normal
     g) Iniciativa: Muita

D- Sociais
     a) Relacionamento: Grupal

Em uma linha só

Desenhar pode ser uma tarefa fácil ou uma missão impossível, dependendo apenas da destreza do "desenhista". Agora, imagine passar uma imagem para o papel em uma linha só!
Sim, é difícil, mas muito interessante.

Esta atividade foi proposta em nossa primeira aula. Uma vez que a ponta da lápis toca o papel, não podemos levantá-la, e a partir desta premissa, desenhar o rosto de um colega de classe.

Analisando o trabalho, percebemos que esta técnica nos permite liberdade no traço e fluidez nos movimentos, uma vez que não começamos o desenho com uma ideia pronta, mas somente com a imagem do rosto que está na nossa frente, naquele exato momento.

Pesquisar na internet sobre os desenhos de uma linha só nos levam a uma figura interessante, Constança Lucas, uma artista portuguesa, que vive e trabalha no Brasil.
Ela faz desta técnica, que parece não permitir riqueza de detalhes, verdadeiras obras de arte:







Uma linha só, por Constança Lucas:  desenhos - máscaras

Site oficial da artista

.
.

Análise de atividades:

1- Título: Desenho de uma linha só

2- Materiais: Lápis e papel
Equipamentos: Carteira escolar

3- Análise do material:
a) Peso: Ambos leve
b) Dimensão: Ambos pequenos
c) Mobilidade: Ambos portáteis
d) Qualidade física:
Textura: Ambos finos
Resistência: Médio, frágel
Cheiro: Ambos fraco
e) Custo: Ambos baixo
f) Possibilidade de:
Adaptação: Ambos sim
Reaproveitamento: Possível, não possível

4- Análise do equipamento:
a) Peso: Médio
b) Dimensão: Grande
c) Mobilidade: Portátel
d) Custo: Médio

5- Procedimento:
a) Tempo de execução: 3 horas
b) Espaço requerido: Pequeno
c) Etapas: 2
d) Descrição das etapas:
1ª etapa: Em dupla, era preciso desenhar o outro sem retirar o lápis do papel.
2ª etapa: Apresentação do desenho a turma.

A- Físicos:
a) Amplitude: Pequena
b) Força: Pouca
c) Distribuição dos movimentos: Unilateral e bilateral
d) Dominância: Lateral, superior
e) Postura: Variável

B- Psicofísicos:
a) Coordenação motora: Fina
b) Tátil:
Temperatura do material: Ambos normais
Textura do material: Ambos lisos
c) Olfativo: Sim
d) Gustativo: Não
e) Auditivo: Sim
f) Visual:
Figura-fundo: Sim

C- Psíquicos:
a) Atenção e concentração: Muita
b) Interesse: Intríseco
c) Raciocínio: Abstrato
d) Memória: Imediata
e) Imaginação: Pouca
f) Flexibidade: Normal
g) Iniciativa: Pouca

D- Sociais:
a) Relacionamento: Conjunto